quarta-feira, 20 de junho de 2012

Jantar no Grand Cru - Moema

Uma amiga querida, ganhou um vale presente de um jantar no Grand Cru, Moema e me convidou para viver essa experiência....e amei !!! O jantar é com direito a quatro pratos degustação.Todos são harmonizados com vinhos de países da América do Sul e Europa.
 

Cardápio:

Primeiro Prato
Mini Moranga recheada com caviar, coroado com camarão rosa ao molho bisque
VINHO - Prosecco Bottega Dei Poetti Brut (ITÁLIA). Maravilhoso, sem palavras.
Segundo Prato
Creme de aspargos com croutons de Grana Padano gratinado
VINHO - Gavi la Meirana Cortese 2009 (ITÁLIA), idem. 
Terceiro Prato
Envoltini de pancetta com medalhão de entrecôte e lascas de foie gras
VINHO - Cobos Felino Malbec 2010 (Argentina), idem 
Quarto Prato
Mini vesuvio de chocolate amargo com calda de Vinho do Porto
VINHO - Porto Noval Tawny (PORTUGAL)......enfim....vale a experiência. Comida boa, ambiente aconchegante, vinhos maravilhosos.   
FOTO: Retirada do site da Grand Cru. Pena que não levei máquina digital para tirar fotos dos pratos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Pequena Cidade - Piranhas - Alagoas


Vale a pena descobrir o sabor desse lugar ainda pouco conhecido pelos turistas. Piranhas é uma pequenina cidade alagoana, divisa com Sergipe, de nome exótico, belas paisagens e charmosa arquitetura. Vielas estreitas, entre rochas, dão um charme à cidade. Com igrejas e sobrados dos séculos 18 e 19 tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional, traz em sua bagagem momentos emocionantes, como a exposição em praça pública das cabeças cortadas de Lampião, de Maria Bonita e de outros nove cangaceiros mortos.
Igreja nossa senhora da saúde está localizada no ponto mais alto da cidade.

No museu da cidade pode ainda ser visto várias fotos do bandido Lampião, inclusive a famosa foto que mostra o empilhamento das cabeças na escadaria da prefeitura do município (foto ao lado).
A centenária Piranhas, encravada do alto sertão alagoano é um paraíso às margens do Rio São Francisco. Diversas atrações são encontradas na cidade, fundada no século XVIII, quando o local era conhecido por Tapera. Em um riacho, que hoje é chamado, "das Piranhas", um caboclo pescou uma grande piranha, preparou e salgou o peixe, levando-o pra casa. Chegando lá notou que esquecera do cutelo; voltou-se para o filho, dizendo-lhe com ênfase: "Vá ao Porto de Piranha e traga o meu cutelo". Este fato foi sendo transmitido de geração a geração, e, segundo consta, denominou o lugar, que cresceu próximo ao riacho, através de um porto fluvial.
A cidade de Piranhas distante 280 quilômetros de Maceió, foi tombada em 2003 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tem aproximadamente 25 mil habitantes.



Cânion do Xingó - Sergipe

O Cânion de Xingó, localizado no município de Canindé do São Francisco, a 213 quilômetros de Aracaju,  às margens do extenso e famoso rio de mesmo nome, é um dos destinos mais procurados, principalmente por quem gosta de uma pitada de aventura, que é o meu caso. É uma paisagem impressionante, com formações rochosas de mais de 60 milhões de anos brotando das águas do lago, que surgiu a partir da construção da barragem da hidrelétrica de Xingó, no Rio São Francisco.
No local há um pequeno santuário, onde há uma imagem de São Francisco

Sem dúvida é um dos lugares mais bonitos do Brasil. A natureza caprichou em Xingó e vale a pena visitar, mas não se iluda com as fotos na internet, pois me decepcionei ao chegar lá, pois pensei que iria nadar entre as paredes rochosas, mas atualmente isso não é possível. Chegando lá, avistamos um "cercado", no qual o guia do passeio nos informou que somente poderíamos nadar neste, por segurança. Acredito que tenha acontecido algum acidente, mas não foi comentado. Entretanto, há um passeio de "barquinho" por R$ 5,00 por pessoa que navega entre as paredes rochosas, mas é muito rápido (veja o vídeo abaixo).
O passado atrai muitos turistas brasileiros interessados na história do lendário cangaceiro Lampião, morto em 1938. O fora-da-lei e seu bando trilharam o caminho que liga Canindé a Angico. No caminho para o Cãnion, vimos os monumentos de Lampião e Maria Bonita e o local onde ele foi assassinado.
O Cânion do Xingó é um dos maiores do mundo, é um vale profundo com 65 km de extensão e 170 m de profundidade e largura variável entre 50 e 300 metros.
 
video

Mangue Seco - Bahia

Está a 75KM de Aracaju. Saímos desta cidade em uma van e depois atravessamos em escuna para conhecer o vilarejo.
Mangue Seco é a última praia do litoral norte baiano. A história dessa pitoresca vila de pescadores começou em 1548, quando alguns padres se salvaram de um naufrágio. No século XIX, graças à sua posição privilegiada, desenvolveu-se um intenso e próspero comércio nos seus portos. Em 1930, a maré alta da Baía de Estância invadiu o vilarejo, fazendo desaparecer toda uma rua, com armazéns e sobrados. A partir daí, Mangue Seco parou no tempo. Isolado do mundo, o vilarejo localizado entre a foz do rio Real, o oceano e imensas dunas que se movem com o vento, é um lugar atraente e ao mesmo tempo selvagem e primitivo.
Tradicional Igreja branquinha com portas azuis, imagem lendária de Perpétua da novela
 Tiêta.
Conhecida por ser cenário da novela Tiêta do Agreste, obra de Jorge Amado, a praia de Mangue Seco é calma, bela e tranqüila. A vila de pescadores exala simplicidade, as ruas de areia fina se cruzam na pracinha da Igreja, onde aconteceu a célebre cena de Tieta arrancando a peruca de Perpétua.
O vilarejo é encravado entre dunas deslumbrantes e um mar de beleza natural,
onde o sol reina absoluto e a natureza não foi agredida e é suavizado por uma constante brisa refrescante. A dificuldade de acesso, exclusivamente por barco, torna Mangue Seco um lugar excepcional e único no mundo. 

Moqueca de Aratu - Mangue Seco

Na praia de Mangue Seco podemos constatar a simplicidade e o sossego. As barracas são rústicas e quase todas tem rede. Não espere luxo nem sofisticação e tem que ter muita paciência, pois o atendimnto é péssimo, demora demais.

Estava em companhia de amigos agradabilíssimos, e um deles comprou a moqueca de aratu para eu experimentar. A primeira impressão não foi muito boa, mas como gosto de coisas diferentes, provei e adorei!!!Adorei tanto que depois de um tempo comprei outra da Fátima, muito boa, também. A mesma estava vendendo as moquecas dentro de um balde, "balde" mesmo.
A moqueca é a carne de aratu cozida e desfiada temperada com cominho, coentro e pimentão e embalada em folhas de palmeira de licuri. Eu achei o gosto bem parecido com siri e o gosto do  cominho é bem marcante. Então, para quem não aprecia este condimento nem pense em comer.